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Quando agir agora pode minimizar os impactos negativos causados para as futuras gerações

Muito fala-se e ouve-se acerca do meio ambiente. Mas o que é que de fato significa essa palavra? Do dicionário, meio ambiente trata-se do conjunto de unidades ecológicas que funcionam como um sistema natural e incluem toda a vegetação, animais, micro-organismos, solo, rochas, atmosfera e fenômenos naturais que podem ocorrer em seus limites.

Complexo né? E realmente é! Em pouco mais de 10 letras, mas em uma única palavra se concentra uma importância gigantesca. Tanto é que a ONU – Organização das Nações Unidas instituiu em 1972 o Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em nosso calendário no mês de junho, com o objetivo de sensibilizar a opinião pública para a necessidade de se proteger e valorizar o meio em que vivemos.

E embora, muitos acreditem que a mudança deva acontecer em escala mundial e que apenas “uma andorinha não faz verão”, é fundamental que cada um faça a sua parte e que toda a sociedade se preocupe, reivindique e fiscalize o cumprimento das leis ambientais.

Mas, atitudes simples, do nosso dia a dia podem contribuir para a preservação do mundo em que vivemos. Vejamos abaixo somente algumas delas:

1. Pratique a coleta seletiva;
2. Prefira ecobags, ao invés de sacolas plásticas nas idas ao supermercado;
3. Faça uso dos transportes coletivos, pelo menos uma vez na semana;
4. Não desperdice água ao escovar os dentes e no chuveiro;
5. Apague a luz ao deixar algum cômodo de sua casa.

Pensando nisso, todos os anos, a ONU realiza campanhas de grande impacto que visam mostrar a necessidade de mudanças imediatas em nossos hábitos de vida diários. Este ano, com o tema #AcabeComAPoluiçãoPlástica, a data soma esforços à campanha #MaresLimpos para combater o lixo marinho e mobilizar todos os setores da sociedade global no enfrentamento deste problema, que se não for solucionado, poderá resultar em mais plástico do que peixes nos oceanos até 2050.

Da mesma forma, em julho, é tempo de nos lembrarmos das nossas florestas, pois comemoramos o Dia de Proteção das Florestas, data de extrema relevância em nosso calendário, uma vez que temos em nosso quintal, a maior floresta tropical do mundo: a Floresta Amazônica!

Elas são o ecossistema mais rico em espécies animais e vegetais e a sua destruição, através de desmatamentos desordenados, tempestades e queimadas, pode causar, dentre diversos fatores, perdas na vida animal e alterações climáticas descontroladas.

As árvores retiram da atmosfera o dióxido de carbono e, em todo o mundo, as florestas são verdadeiros depósitos, ou sumidouros de carbono, elas retiram de um a dois bilhões de toneladas deste gás da atmosfera a cada ano. Trata-se de uma porção substancial dos 10 bilhões de toneladas de carbono bombeadas no ar pela queima de combustíveis fósseis e por outras atividades humanas.

Quando uma floresta é danificada, a vegetação morta se decompõe, devolvendo o carbono para a atmosfera. Segundo dados da Ufac – Universidade Federal do Acre, cada hectare de floresta primária consumida pelo fogo libera na atmosfera aproximadamente 50 a 200 toneladas de monóxido de carbono (CO2).

Resumindo, independentemente se nas águas, através do mar, ou na terra, por meio das florestas, a ordem de sempre é preservar, cuidar e zelar, e não somente pelos peixes e animais marinhos ou pelas florestas e vegetações, mas principalmente, pela vida em nosso planeta, incluindo a minha e… a sua!

A Sintecsys tem consciência da importância de sua atuação como agente do progresso e da melhoria da qualidade de vida de seus funcionários, famílias, comunidade local e sociedade como um todo. A empresa, pioneira no segmento de detecção de focos de incêndio, desenvolveu solução 100% nacional que permite monitorar, a quilômetros de distância, esses riscos, reduzindo em até 90% as perdas ocasionadas por incêndios em florestas e plantações.

Os ganhos ambientais estão revertidos do ponto de vista da preservação das reservas naturais e biodiversidade e, também, das emissões de gás carbônico emitidas pela queimada. Há, ainda, os ganhos sociais, considerando os riscos dos incêndios alastrados às comunidades ribeiras e indígenas próximas às reservas florestais.

Então, protegê-las é o nosso propósito! Monitorá-las para preservá-las, a nossa solução!

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