capitalismo sustentável

Tudo o que é útil para a humanidade requer o gasto de energia para ser feito. Economias capitalistas são eficientes e tremendamente produtivas. Mas esse formato econômico não é nada sustentável, consome de forma irracional os recursos e a energia, a qual depende para garantir sua produtividade futura.

O sistema atual estimulou muito o crescimento econômico, o desenvolvimento individual e o empreendedorismo. Ao mesmo tempo, nenhum outro sistema distribui tão mal a riqueza gerada, consome tão excessivamente recursos naturais nem se apoia, de forma tão contundente, numa visão utilitária das pessoas, abrindo mão de valores humanos em nome de números e balanços favoráveis.

A utilidade da energia humana já é um produto para a sociedade, como nosso trabalho e ideias. As economias capitalistas não são socialmente sustentáveis. A eficiência econômica propõe que as pessoas se relacionam entre si de forma impessoal. As economias capitalistas modernas transformaram as relações humanas em transações econômicas, acelerando assim o esgotamento da energia social. 

O desenvolvimento econômico deve respeitar o fato de que o mundo é um ecossistema, dos quais nós seres humanos, somos uma parte e estamos todos interligados.. 

Em uma economia linear, como o capitalismo, o que importa é o capital. Produzir e vender de forma incessante, acumular recursos e o desenvolvimento econômico a qualquer custo. Já o capitalismo sustentável procura imitar os processos naturais da vida e sistemas biológicos através do ciclo fechado da economia circular, que se baseia no reduzir, reutilizar e reciclar. 

O capitalismo sustentável promove o capitalismo social, natural e responsável. É uma concepção do capitalismo na qual se incorporam os princípios do ecologismo aos objetivos do mercado. Reduzindo o impacto meio ambiental das mercadorias e dos processos de produção, através da reciclagem ou da maior eficiência energética e tecnológica. Esta visão sustenta que o crescimento econômico é compatível com a conservação da natureza sem reduzir as taxas de benefício. 

Uma economia sustentável não é uma opção é uma necessidade, se quisermos ter um futuro para a humanidade. Juntos, podemos e devemos construir uma nova economia e uma sociedade sustentável.

A sustentabilidade tem sido, uma espécie de guia de revisão do sistema que é o estabelecido hoje. A medida em que pregamos um novo jeito de pensar e fazer negócios, mais ético, íntegro, transparente, responsável, somos mais respeitosos e cuidadosos com os seres humanos e em relação ao planeta terra.

A sustentabilidade não deve e não é uma forma de lucrar mais. Esse pensamento seria andar no sentido contrário. Mas, nem todas corporações e sociedades veem a sustentabilidade como uma forma de “fazer diferente”. O enfoque de sustentabilidade ambiental deve incorporar a multiplicidade de aspectos econômicos, sociais, culturais etc.

Além de lucro, empresas devem gerar  bem-estar social para sociedade. A responsabilidade corporativa orientada por compromissos como os de entregar valor ao cliente, promover o desenvolvimento amplo, a diversidade e a inclusão dos colaboradores, atuar sob a influência de rigorosos princípios éticos e de transparência, proteger o meio ambiente e as comunidades e gerar valor de longo prazo. Na prática, sustentabilidade significa cada vez mais retorno líquido e certo.

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