CANACAMPO DESTACA POTENCIAL DE SOLUÇÃO NA DETECÇÃO DE INCÊNDIOS

A CanaCampo, entidade que congrega 50 produtores e fornecedores de cana da usina Campo Florido (Triângulo Mineiro) aposta na implementação do sistema de detecção de incêndios da Sintecsys como aliada não apenas na prevenção das queimadas dos canaviais, mas também segurança pessoal.

Para o presidente da entidade, Marcos César Brunozzi, o ganho ambientar é enorme. “Quando se tem um incêndio queima a cana-de-açúcar, queima tudo que está em volta, queima nossas veredas, nossas áreas de APP, nossas reservas, há sem dúvida, mortalidade de animais silvestres, ou seja, os prejuízos são enormes. Isso quando não pega nos próprios caminhões. Então a gente acredita que isso venha a mitigar todas ações em todos os âmbitos, tanto ambiental, como econômico”, destaca.

A Sintecsys é pioneira em solução 100% nacional para detecção automática de focos de incêndio em florestas e plantações. O algoritmo identifica automaticamente a fumaça, informando a coordenada do foco de incêndio em média de 5 minutos a partir do início.O sistema dispõe de torre equipada com ampla e aproximada visão 360 graus, operando 24 horas.  A precisão da tecnologia está na triangulação coordenada – duas retas infinitas que se cruzam formando o resultante: coordenadas precisas de localização do foco de incêndio. Um alerta é emitido e se o operador da rede de monitoramento confirmar o foco é possível emitir alarme diretamente para o corpo de bombeiros ou para a equipe interna de brigadista.

Outro diferencial da solução está nos algoritmos exclusivos e equipamentos, que permitem a independência de sinal externo, o que assegura e facilita a otimização da captura e transmissão dos dados.

Atualmente, no Brasil, são mais de 2 milhões de hectares sendo monitorados pelo sistema da Sintecsys .2ª colocada no ranking 100 Open Startups Brasil 2018, na categoria Environment, a Sintecsys  é certificada pelo Programa Scale up Endeavor Agrotech 2017 no escopo startup em agricultura de precisão, inteligência e análise de dados.

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AMCEL E SINTECSYS UNINDO ESFORÇOS EM PROL DA PROTEÇÃO FLORESTAL

Para a AMCEL– AMAPÁ FLORESTAL E CELULOSE S/A, que defende que toda a complexidade da natureza vai além de respeitar a legislação e órgãos ambientais, a Sintecsys veio agregar resultados na proteção e prevenção de incêndios em sua área.

Pioneira em solução 100% nacional para detecção automática de focos de incêndio em florestas e plantações, a Sintecsys desenvolveu algoritmo que identifica automaticamente a fumaça, informando a coordenada do foco de incêndio em média de 5 minutos a partir do início. A inteligência do software desenvolvido permite monitorar um raio de até 15 quilômetros de distância, o equivalente a até 70 mil hectares de área, reduzindo em até 90% as perdas ocasionadas por incêndios.

Nas palavras do supervisor de colheita florestal na Amcel, Fernando Silva, foi um ano muito bom no quesito detecção de incêndios. “Ganhamos rapidez, agilidade e eficiência 24 horas. Com essa tecnologia, temos a detecção no momento que está acontecendo. Tivemos uma ocorrência à noite e se não tivéssemos com o sistema não teríamos detectado. Foi detectado à noite mesmo e à noite mesmo entramos em ação com 100% de sucesso”. O especialista ressalta a visão noturna disponibilizada pela solução como um grande diferencial para a área de eucalipto.

Com cerca de 130 mil hectares disponíveis para o plantio de florestas renováveis de eucalipto somados a 180 mil hectares de reservas nativas, o projeto florestal abrange sete municípios do estado do Amapá: Santana, Macapá, Porto Grande, Ferreira Gomes, Itaubal do Piririm, Tartarugalzinho e Amapá, alvos de constantes investimentos socioambientais que refletem o compromisso da empresa com o desenvolvimento sustentável da região onde atua.

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Temporada de incêndios: responsabilidade de todos

Os noticiários nacionais e internacionais têm repercutido com frequência desastres ambientais e as perdas também sociais, econômicas e de saúde ocasionadas pelas queimadas e o clima seco.

 

De acordo com informação do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram registrados cerca de 216 mil focos de incêndios em áreas florestais e de lavoura em todo o país. O número de focos de incêndio entre janeiro e junho deste ano já é 52% maior do que o registrado no mesmo período de 2017.

 

Os três estados com o maior número de queimadas são Roraima, Mato Grosso e Tocantins. Juntos, eles somam cerca de 55% dos focos de incêndio registrados em todo o Brasil neste período.

 

Considerando os dados da Universidade Federal do Acre de que cada hectare queimado libera de 50 a 200 toneladas de monóxido de carbono (CO2), possível mensurar o tamanho do problema.

 

Estudo coordenado pelo Serviço Florestal Americano e publicado na revista científica Nature Communications, mostrou que “houve um aumento claro da duração das chamadas estações de incêndios, em cerca de ¼ do globo entre 1979 e 2013”.

 

O estudo demonstrou ainda que a proporção da área da Terra coberta por vegetação que é afetada por esses eventos passou de cerca de 10% para 20% e há, além disso, uma correlação entre o processo e o aumento do número de dias consecutivos nos quais não chove.

 

No Brasil a perda líquida foi de 71 milhões de hectares de vegetação nativa, o equivalente a SP, PR, RJ e ES somados (a perda líquida é a perda total com a recuperação subtraída). A Mata Atlântica, bioma com 56% da área urbana do país, teve perda líquida de 5 milhões de hectares de floresta. Nos últimos 10 anos a regeneração superou o desmate.

 

A Amazônia perdeu a maior área (líquida) de floresta no período: 36 milhões de hectares. Dados como estes integram o projeto MapBiomas lançado na última sexta-feira (17/08) num mapeamento que permite investigar a ocupação territorial de qualquer parte do Brasil, ano a ano, desde 1985 (www.mapbiomas.org ).

 

O raciocínio é lógico, quanto maior a área, maior o risco. E, apesar do senso comum de que prevenir é sempre o melhor negócio, na prática nem sempre é a prevenção que rege a decisão.

 

Que os impactos das queimadas são desastrosos ninguém dúvida, que o movimento é responsabilidade de todos, concordamos e é a convicção necessária para seguirmos em frente e revertemos projeções lamentáveis, a exemplo do que afirmam alguns cientistas “que restam apenas vinte anos para mudar o comportamento humano e partir para um mundo com balanço zero nas emissões de carbono na atmosfera”.

 

Nossa torcida é para atingirmos o zero!

 

E como compartilhar informação é parte deste movimento, convidamos ao acesso da série Brasil, um País em Chamas, produzido pelo Observatório do Clima: https://bit.ly/2APehsF

Sintecsys em destaque entre as soluções para o agronegócio.

Em matéria no canal especializado em Agro Terra Viva/Band, o olhar das soluções que trazem competitividade ao campo.

Confira a matéria completa aqui:

 

 

 

Fonte: Jornal Terra Viva / Agro Terra Viva / Rede Bandeirantes. 04 de janeiro de 2019. Link de origem: https://bit.ly/2Ay26Ar

Especificidades da solução pelo País em destaque, apoiados pelo InovaBRA

Os projetos em operação e o olhar para as especificidades de cada região do Brasil nos novos projetos em execução pela Sintecsys ganham destaque na abordagem da Revista Rural de dezembro (ano XXI nº 247 págs 38-48), que traz também o olhar dos investimentos do setor financeiro para as tecnologias no campo. “As startups estarão juntas conosco dentro de uma grande jornada, ofertando serviço e produto não somente financeiro, mas principalmente que se adeque as necessidades do homem do campo”, destacou o superintendente do banco Bradesco, Fernando Freitas. Nas palavras do CEO da Sintecsys: “A cada upgrade, a cada atualização que temos da nossa tecnologia, a luta contra os incêndios se torna mais eficaz e assim, o nosso cliente tem melhores resultados”.

Veja a matéria abaixo:

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Fonte: Revista Rural -dezembro/2018 – ano XXI n° 247