6 tecnologias que tornam o agronegócio mais eficiente e lucrativo

Desde sempre a tecnologia se apresenta como uma importante ferramenta para tornar qualquer atividade que envolva o agronegócio mais eficiente e lucrativa. Assim, a tecnologia ajuda os produtores rurais a conseguirem um aumento de ganho no seu capital.

Vamos conhecer 6 tecnologias que auxiliam a agronegócio a se tornar cada vez mais eficiente e lucrativo

1.  Sistema de detecção automática de incêndios

Os incêndios florestais são umas das maiores preocupações dos produtores rurais, que sofrem fortes prejuízos quando esses incidentes ocorrem. De acordo com relatório do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), de 1 de janeiro a 15 de setembro de 2017, houve um total de 13.346 ocorrências (2.827 incêndios florestais e 10.519 fogachos) que resultaram em 209.678 hectares de área ardida de espaços florestais, entre povoamentos e matos.

A boa notícia é que esses dados podem ser reduzidos, pois atualmente contamos com uma tecnologia que oferece informações em tempo real para identificar e controlar focos de incêndio em áreas florestais.

Esse sistema de monitoramento conta com câmeras em pontos estratégicos que acionam um alerta, tornando possível tomar medidas para apagar o fogo a tempo.

2.Utilização de drones

Os drones estão cada vez mais presentes no agronegócio. Eles podem mapear fazendas e plantações, indicando quais são os problemas e através de uma associação com uma inteligência computacional preparada para receber essas imagens, analisar e oferecer possíveis soluções.

A utilização dessa ferramenta faz com que o encontro de falhas em cultivos ocorra de uma forma mais rápida. Além disso, esses equipamentos possibilitam saber quanto precisará ser investido para corrigir o problema ou quanto está sendo perdido de dinheiro em razão desse problema.

Essa ferramenta é importante, uma vez que possibilita ao agricultor ter dados rapidamente e reverter os problemas o mais rápido possível.

Drones auxiliam na lavoura de várias formas diferentes.

3. Controle de pragas utilizando componentes macrobiológicos

Outro avanço tecnológico diz respeito ao controle de pragas nos mais diferentes cultivos. Existem hoje em dia no mercado macro-organismos produzidos cuja a finalidade é manter a qualidade das plantações evitando possíveis perdas.

Essa novidade pode ser feita através da introdução de ácaros ou microvespas, as quais ajudam a controlar as pragas, reduzindo a população dos patógenos da lavoura, fazendo com que as lavouras sejam cada vez mais produtivas e com menores perdas.

4. Monitoramento da produção através da detecção dos índices de agrotóxico

O monitoramento dos agrotóxicos se faz necessário, uma vez que a pressão da sociedade quanto à utilização desses recursos é cada vez mais forte. Dessa forma, conseguir uma forma de monitoramento eficaz é essencial para que o produtor saiba se o seu produto está em conformidade com a legislação.

O monitoramento é feito através do rastreio do alimento, desde a sua plantação até o supermercado, através da adesão voluntária do Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos, feita pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

5. Monitoramento e mapeamento das propriedades rurais

Através de uma espécie de Google Maps, as propriedades agrícolas do país podem ser ranqueadas de forma positiva ou negativa e outros fatores podem ser observados, como a utilização de trabalho escravo ou a prática do desmatamento.

Ao fazer isso, essa ferramenta permite que o produtor se adeque à legislação vigente e evite perder sua lucratividade por causa de multas emitidas.

6. Utilização do Big Data

Outra forma de aumentar a produtividade agrícola de qualquer produtor é a utilização da ferramenta de Big Data, ou seja, a produção é analisada por meio de dados estatísticos, mostrando informações sobre a condição do solo, definir o espaçamento ideal para cada semente, de forma a aumentar a produtividade, bem como a profundidade de enterramento dessas sementes, além é claro de análises sobre o clima o que afeta a produtividade.

O Big Data auxilia no crescimento da sua produção.

Podemos observar que todas essas práticas ajudam o produtor a aprimorar ainda mais o seu agronegócio tornando-o mais eficiente e lucrativo. Qual prática você achou mais interessante? Conhece mais alguma? Deixe o seu comentário e continue acompanhando nossas publicações.

5 técnicas que vão melhorar a produtividade na agricultura

Uma das grandes questões que o setor agrícola tenta responder é como encontrar técnicas para melhorar a produtividade na agricultura sem precisar aumentar a área de plantio.

preciso pensar no impacto que suas atividades agrícolas causam na natureza, no aquecimento global e ficar atento às legislações ambientais. São quesitos básicos para adotar as técnicas certas. Não as considerar pode acarretar processos judiciais. Nenhum agricultor quer esse tipo de problema.

Então, a solução é investir em tecnologia e em pesquisas científicas. O agronegócio vem passando por profundas transformações por causa da automatização no campo. Por isso, a importância de estar atualizado sobre esse assunto. Com a finalidade de averiguar qual dessas inovações servem para o seu tipo de produção.

Neste post vamos ajudá-lo, informando algumas técnicas inovadoras que têm dado certo na agricultura.

Os agricultores precisam aumentar a produtividade sem aumentar a área de plantio.

1- Sistema de controle de queimadas

O sistema de controle de queimadas é um componente fundamental, não apenas em relação a produtividade, mas também nos quesitos para garantir a segurança de colaboradores, das operações e do patrimônio de uma empresa. A tecnologia realiza a detecção automática de focos de incêndio em florestas e plantações, através de um algoritmo próprio capaz de detectar sinais de fumaça a quilômetros de distância, identificando e informando a coordenada do foco em minutos. Além disso, o sistema permite resultados imediatos e significativos na redução tanto de custos operacionais com redução de brigadas como na eliminação de multas por incêndios.

2- Agricultura de precisão

Optar pela agricultura de precisão significa evitar desperdícios, principalmente em relação à água utilizada para manter a lavoura. Economizar neste ponto significa modernizar e sair na frente da concorrência que utiliza a água de maneira inconsciente.

Com essa técnica é possível mapear o terreno, identificar as necessidades específicas de cada unidade de área, e, assim, evitar o desperdício de fertilizantes e recursos naturais para melhorar a produtividade na agricultura. É uma forma de lidar com a lavoura utilizando tecnologia da informação, que avaliará as variáveis apresentadas pelo solo e pelo clima.

3- Software de gestão: controle de todas as etapas de produção

Aliado à agricultura de precisão mencionado, é necessário um software de gestão, para garantir um controle maior de todas as etapas de produção. Entre as várias vantagens de utilizá-lo estão a racionalização da utilização de equipamentos e de insumos, reduzindo o uso de combustível, controle da utilização de fertilizantes, maior controle de pragas com sugestão de utilização mais sustentável de defensivos, maior controle de produção, diminuição de riscos e, consequentemente, maior rentabilidade econômica.

4- Utilização de abelhas nas plantações

Você se lembra que comentamos no começo deste post sobre pesquisas científicas. Então, os benefícios de utilizar abelhas nas plantações, técnica tradicional, foram comprovados pela comunidade científica. Esses animaizinhos têm um papel importante na reprodução das plantas, aumentando o nível de produtividade da lavoura.

Segundo a pesquisadora Ana Assad, da Associação Brasileira de Estudos da Abelha, “esses insetos junto com a agricultura podem render uma produtividade maior que 30% nas culturas de grãos (soja, feijão e algodão) e frutas, como melão, melancia e morango”.

5- Conscientização

Essa técnica não é tecnológica nem está relacionada ao manejo. Mas a conscientização ambiental é essencial para que as dicas citadas anteriormente sejam eficazes para melhorar a produtividade na agricultura.

Produtores, indústrias, governantes e consumidores devem se unir no sentido de obter sustentabilidade na lavoura e nos cuidados com o solo, a água, o ambiente e tudo o que a produção agrícola pode envolver.

Todas as técnicas mencionadas aqui levaram em consideração a conscientização ambiental para não degradar os recursos naturais.

Esperamos que este post o tenha convencido da importância de melhorar a produtividade, conservando o ambiente por meio da tecnologia e pesquisas científicas.

Você já adotou umas dessas técnicas? Deixe sua dúvida ou sugestão nos comentários. Estamos sempre aqui para ajudá-lo.

Até a próxima!

Saiba quais são os riscos de incêndio em época de estiagem

A ação humana nos últimos três séculos tem destruído os recursos naturais, antes abundantes nas distintas regiões do Planeta Terra. Como principais prejuízos, há o desmatamento, emissão de poluentes e tráfico de espécies da fauna e flora selvagens.

A Terceira Lei de Newton, denominada de Lei da Ação e Reação, descreve que para cada ação desenvolvida sob um corpo há uma reação de igual intensidade, no sentido oposto à ação inicial. E as leis da física podem ser observadas no cotidiano.

O prejuízo que a espécie humana causa à natureza volta na forma de calor excessivo, longas estiagens, falta d’água, altos índices de radiação ultravioleta e milhares de focos de incêndio. Tudo isso é uma manifestação da natureza em reação às atividades desastrosas de milhões de pessoas.

Devido às frequentes, longas e intensas estiagens pelas quais centenas de cidades brasileiras têm passado nos últimos anos, é imprescindível que haja um alerta para as principais causas de incêndio e as formas de prevenção.

É fato que, em certos biomas, há incêndios naturais durante a época de seca. Isso ocorre, por exemplo, no cerrado brasileiro. Descargas elétricas na vegetação seca são o estopim para incêndios que, por serem inerentes ao próprio ambiente na estiagem, não trazem maiores danos e são controlados naturalmente no início da estação das chuvas.

Todavia, o exemplo citado é pontual, bem diferente dos casos de incêndios provocados, direta ou indiretamente, pela ação humana.

A vegetação escassa, por conta do desmatamento e da predominância das monoculturas ao redor das cidades (florestas virgens mantém bons índices de umidade relativa do ar ao longo do ano, ao contrário das monoculturas, que dissipam rapidamente a umidade), faz com que a época da seca seja cada vez mais intensa e duradoura.

Essa é uma receita perigosa para a criação de vários focos de incêndio no entorno de centros urbanos.

Veja quais as principais causas de incêndio em época de estiagem

Em uma situação como essa, as principais causas de queimadas são:

1- Fogo provocado em áreas agrícolas durante a colheita manual da cana-de-açúcar (mesmo sendo uma atividade proibida em várias regiões do país durante a estiagem, muitos proprietários ainda se utilizam dessa prática ilegal);

2- Fogueiras feitas em área de vegetação e pastagem secas;

3- Pontas de cigarro lançadas sobre tufos de mato seco, mesmo que a quantidade de vegetação seja pequena, pois o fogo pode sempre se alastrar.

É importante lembrar que os ventos sobre as vastas áreas desmatadas faz com que as chamas se disseminem com maior velocidade, dificultando o controle e a extinção dos focos de incêndio.

Dados mostram que o estado de São Paulo, em setembro de 2017, apresentou recorde de números de focos de incêndio em um único mês desde 1998. Esses dados foram revelados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

De acordo com o INPE, houve, nas três primeiras semanas de setembro de 2017, 2.221 focos no estado de São Paulo.

O número de incêndio na época de estiagem tem aumentado no estado de São Paulo, que registrou, em 2017, 2.221 focos.

Os incêndios poluem o ar atmosférico; elevam a temperatura da região de ocorrência dos focos; reduzem a umidade relativa do ar; eliminam espécies de animais e de plantas selvagens, que vivem nas florestas, pradarias e nas regiões ao redor das plantações; pioram drasticamente a qualidade do solo; e causam, entre outros danos, problemas respiratórios para as pessoas e os animais.

Por isso, durante a época de estiagem, é sempre importante ficar atento às medidas de prevenção de focos de incêndio. Abaixo estão descritas algumas dessas importantes medidas:

1- Aumentar o rigor da fiscalização feita nas áreas rurais, a fim de evitar que aconteça a queima provocada da cana-de-açúcar, e punir com seriedade os proprietários rurais que não obedecerem às normas;

2- Diante de um foco, indústrias e propriedades rurais que estejam próximas e que possuam reservatórios de água de grande porte podem contribuir, controlando os focos. Para esses casos, as caixas d’água tipo taça ou tipo tubular são as melhores opções por conferirem bastante pressão de saída de água;

3- Não fazer fogueiras. Mesmo que aparentemente dentro do controle, as fogueiras podem rapidamente virar um incêndio descontrolado, ainda mais quando houver vento, que faz com que as chamas saltem de modo abrupto de uma área para outra. Por isso, nunca pense que a fogueira está sob controle, pois um desastre pode acontecer em um piscar de olhos;

4- Não jogar pontas de cigarro no ambiente, pois você pode provocar incêndios de grandes proporções.

Qualquer foco de incêndio na época da estiagem pode tomar grandes proporções.

Atenção: se for identificado um foco de incêndio em um terreno baldio, em um pasto em uma área rural, à beira da rodovia ou em qualquer lugar, é importante comunicar imediatamente ao Corpo de Bombeiros da cidade ou região próxima.

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Saiba o que esperar da produção agrícola em 2018

O ano de 2018 começa com um problema relacionado ao atraso da chegada das chuvas, devido ao fenômeno El Niño que se mostrou presente no segundo semestre de 2017.

Graças a isso, espera-se uma diminuição na colheita, apesar de os indicadores mostrarem um ligeiro aumento na área plantada.

Em muitos estados brasileiros, além da demora para a precipitação da chuva, ainda existe a preocupação se o ano será marcado pelo fenômeno La Niña, tornando o clima ainda mais instável e dessa forma afetando diretamente a produção agrícola para 2018.

Fenômenos climáticos podem interferir na produção agrícola em 2018.

O ano pode ser marcado por queda na colheita

Uma das grandes forças do ano passado em relação à produção agrícola é que o PIB agropecuário teve um aumento de 14,5%, o que fez o PIB brasileiro de uma forma geral apresentar uma ligeira tendência positiva.

Entretanto, pelas estimativas para 2018 é praticamente garantido que haja uma redução na colheita, muito influenciada pela diminuição dos valores dos produtos agrícolas. Em resumo, apesar de 2017 ter sido um ano de supersafra, os produtores rurais tiveram 8,8% a menos em sua renda e a pecuária quase 10%.

Ainda falando do setor pecuário, o início de 2017 começou com a Operação Carne Fraca, fazendo com que o valor da produção despencasse. Porém o setor conseguiu se recuperar fechando com um crescimento de 6,4%.

Tudo indica que 2018 manterá essa tendência de crescimento no setor pecuarista, já que o consumo interno está se recuperando e o mercado internacional está apresentando uma maior demanda, aquecendo ainda mais o negócio.

Avanços que podem se refletir como bons ventos em 2018

Uma das principais vitórias para o produtor rural foi a redução do ICMS para o abate de bovinos, o qual caiu de 12% para 7% e juntamente com essa redução, a retirada do projeto de Rastreabilidade Bovina também é considerado uma grande vitória.

No entanto, é preciso que o governo federal invista em outras demandas para que o setor se mantenha aquecido para o ano de 2018. Dentro dessas demandas está a adoção da política plurianual, fazendo com que o produtor fique menos dependente dos anúncios anuais, voltados para a safra.

Além disso, é uma pauta mais do que necessária que o Brasil comece a fazer mais acordos bilaterais, já que existem muitos mercados internacionais que podem ser um celeiro de oportunidades.

Existe uma estimativa de retração da produção, que pode ser suprida por acordos bilaterais.

E é claro não podemos esquecer que não basta melhoria só no plano econômico, a infraestrutura brasileira depende de reformas, para que todo o potencial agropecuário brasileiro possa ser explorado ao máximo.

Apesar de um início de incertezas para o cenário agrícola brasileiro, já que não se sabe se o Brasil será afetado por fenômenos climáticos, a produção pode apresentar uma pequena redução. Entretanto essa redução pode ser contornada mediante políticas mais interessantes.

Você acredita que a produção agrícola de 2018 será boa? Ou ela ainda depende de maiores medidas econômicas para deslanchar completamente? Deixe seu comentário e continue nos acompanhando através do Facebook.

5 dicas para o agronegócio crescer ainda mais

Não é novidade que o uso da tecnologia no campo provoca grandes resultados de produtividade, fazendo o agronegócio crescer, e interfere diretamente na qualidade dos produtos agrícolas. A implementação de inovações no ambiente rural agrega praticidade em todas as etapas de produção até a atividade de comercialização.

Os efeitos da parceria entre a inovação e o agricultor tem sido significativamente positiva quando comparada há alguns anos, pois a produção de alimentos nas fazendas triplicou, tornando o processo muito mais célere e eficaz.

Conhecer as tendências no cenário do agronegócio auxilia na superação das expectativas de resultado; proporciona a facilitação das tarefas e, principalmente, a redução de custos.

Confira as principais dicas de para o crescimento do agronegócio com o uso da tecnologia.

Dicas para o agronegócio crescer

Monitoramento da plantação e do gado por meio de Câmeras

Essa atividade permite ao agricultor uma visão ampla e eficiente da área de plantação. O uso de câmeras de monitoramento permitem que o produtor acompanhe e analise as necessidades para o bom andamento do meio de produção.

As câmeras também auxiliam na contagem do gado. Seu monitoramento em tempo real detecta possíveis riscos. Essa percepção antecipada por meio do dispositivo impede grandes prejuízos.

Aplicativos que dão acesso às informações específicas

O uso de aplicativos que fornecem informações precisas auxilia o produtor rural na tomada de decisão. O software facilita na análise das variabilidades do resultado na produção.

Com a finalidade de gerenciar a área produtiva, o acesso a informações específicas aumenta a produtividade, pois essa tecnologia possibilita o direcionamento à deficiência e auxilia na elaboração das medidas de prevenção e correção do sistema de produção.

Sistema de detecção de incêndio no campo

Considerado um dos melhores investimentos para o produtor rural, o sistema de detecção de incêndio não só é uma boa opção para o crescimento do agronegócio, mas também previne o risco do processo demorado de recuperação da área afetada.

Hoje em dia, o agronegócio é auxiliado pelo meio tecnológico da percepção automática de focos de incêndio, possibilitando reações imediatas de combate.

Investimento do produtor na especialização do cenário agrícola

Para auxiliar o crescimento do agronegócio, o produtor deve estar atento às atualizações e especializações que acompanham a área.

Para os interessados no crescimento do agronegócio, uma dica interessante é a especialização em conhecimentos das novas demandas tecnológicas presentes na área agro.
O mercado produtor agrícola está se tornando cada vez mais competitivo, e para acompanhar a demanda, o investidor da área deve fazer o uso da tecnologia em benefício do seu negócio.

Além de grandes eventos e conferências sobre o assunto, as inovações tecnológicas possibilitam transmissões de conhecimentos e atualizações online, informam as necessidades do mercado agro, como também as principais tendências tecnológicas de atuação no campo.

Uso da diversidade dos novos canais de comercialização

A inserção tecnológica no agronegócio dispõe de meios eficientes que auxiliam no processo de comercialização. Atualmente, o modo convencional de venda tem sido visto como uma maneira burocrática para os consumidores da área.

Produtores rurais que aderiram à venda pela internet, por exemplo, garantem resultados finais mais expressivos e de maior visibilidade ao negócio.

Acha que essas dicas são interessantes para o crescimento do seu negócio no campo? Compartilhe suas experiências com as diferentes técnicas de inovação! Você tem alguma outra dica que auxiliaria os produtores rurais? Comente abaixo para que seja produtiva também para os demais leitores! Continue acompanhando nosso Blog