Para onde vai o agronegócio do Brasil em 2018?

A constante busca pelo crescimento e evolução dos negócios, sobretudo, no cenário rural, requer cada vez mais atenção e planejamento antecipado para os próximos anos. Conhecer o cenário as novas possibilidades para o agronegócio em 2018, é uma visão indispensável para quem já investe no setor e também, para quem planeja fazê-lo.

Mesmo com a ligeira melhora no panorama econômico do Brasil em 2017, ainda é necessário ter bastante atenção, pois o crescimento do PIB aponta um aumento quase insignificante, de 0,4%. Evidentemente, esse número é uma vantagem em relação ao ano anterior, que foi negativo em 3,6%.

Mesmo com a instabilidade que ainda deve se prolongar para o próximo ano, ainda há possibilidade de bons negócios. A previsão é que se tenha um crescimento do PIB ainda maior, em relação a 2017.

Saiba agora sobre o que pode estar em alta no agronegócio brasileiro em 2018.

O agronegócio no Brasil em 2018

Vale para 2018 a premissa que foi forte nos últimos anos: juros e custos de produção mais altos. Muitos produtores apostam os investimentos em máquinas, insumos e armazéns, e essa é uma tendência que também deve continuar fortemente.

A alta do custo se deve ao aumento nas tarifas de energia elétrica, combustíveis, além do dólar e também dos juros.

Por isso, o foco do agronegócio do Brasil em 2018 está na diminuição das despesas. Um aspecto que pode fazer parte desse processo é a armazenagem.

No Brasil, apenas 16% da produção é mantida em silos próprios, ao passo que nos Estados Unidos,  esse percentual chega a 56%, ou seja, a maior parte de tudo o que é fornecido.

É possível usar o Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) para conseguir verba e investir na construção de um silo. Os juros anuais são bem baixos em relação a outras formas de financiamento: 4% ao ano. O empreendedor pode pagar a quantia em até 15 anos.

Além da estocagem da produção, o investimento em tecnologia é um fator que pode fazer a diferença no agronegócio brasileiro em 2018. Ela chegou para mudar todas as maneiras de se fazer negócio e, consequentemente, as relações econômicas de uma forma geral. Essa é uma maneira viável de promover o aumento da produção, principalmente no que se refere ao controle de pragas e qualificação da equipe de trabalho.

Também é preciso estar alerta à produção como um todo, principalmente em função da instabilidade e alta dos custos. A boa administração das áreas de produção aumenta a produtividade e, portanto, os rendimentos.

Saiba mais sobre o agronegócio do Brasil em 2018, bem como uma visão geral do setor, acessando outros textos no nosso site. Aqui, você sempre encontra conteúdos novos, exclusivos e atualizados com todas as tendências, sem deixar de lado a conjuntura econômica do Brasil.

Em caso de dúvidas, comente ou entre em contato. Sua participação e opinião são muito importantes para nós.

 

As tendências mundiais de produção e consumo agrícola

Os anos se passam e, assim como praticamente tudo, algumas vertentes caem em desuso, dando lugar a outras. Com a agricultura, isso não é diferente. Acompanhar as tendências da produção agrícola nos próximos anos é estar atualizado com o que há de mais moderno no setor.

E não é só. Ao saber e acompanhar as novidades, o produtor pode otimizar o seu trabalho como um todo, seja em estocagem, produção, colheita ou transporte. Com isso, a produtividade aumenta, assim como os lucros.

São itens que não estão apenas ao acesso de grandes produtores. Pequenos empreendedores também podem desfrutar das novidades e incrementar o seu negócio.

A partir de agora, conheças as tendências de produção agrícola para os próximos anos, em nível mundial.

Tendências da produção agrícola

Algo que tem sido observado nos últimos anos e que deve continuar, pelo menos em um futuro próximo, é um melhor aproveitamento da área cultivada. A produção cresceu, mas sem aumentar o espaço reservado para a produção.

Isso é perfeito para quem não dispõe de muito espaço, mas quer aumentar e diversificar o seu trabalho.

Essa tendência se deve ao crescimento do uso da tecnologia na agricultura. Aliás, esse é o fator preponderante para o crescimento da produção, em vez da aquisição de novas áreas.

A administração de todo o trabalho também deve contar cada vez mais com recursos tecnológicos como aliados. Através de softwares específicos, é possível controlar tudo usando não apenas o computador, como também tablets e smartphones.

Isso permite que a lavoura seja acompanhada até mesmo a distância.

Também pode ser considerada uma tendência na produção agrícola a mudança na maneira de trabalhar, não apenas pelas necessidades do produtor, mas também pelo comportamento do consumidor.

O público vem mudando sua maneira de pensar, principalmente por se preocupar mais com a saúde. Por isso, há uma preocupação maior com a origem de cada alimento.

Diante dessa situação, como o produtor deve proceder?

A maneira mais eficiente é ter transparência em todo o processo de produção. Cada país tem as suas normas de produção agrícola e no Brasil o cenário não é diferente. Segui-las já é o primeiro passo.

Porém, como essa é uma tendência forte na produção agrícola, é importante ter um diferencial, algo que faça do seu produto único e que desperte o interesse do consumidor. A agricultura orgânica – ou qualquer atitude sustentável – pode ser considerada uma originalidade.

E, sem sair do tema sustentabilidade, algo que já tem sido comentado é sobre a possibilidade de a energia derivada do petróleo acabar no futuro, devido à escassez desse recurso. Por isso, outras alternativas podem e devem ser consideradas pelos produtores, como energia eólica, solar e bioenergia.

Para saber mais sobre tendências da produção agrícola no Brasil e no mundo, acesse os outros textos do blog e visite-o sempre para conferir as novidades do setor. Comente em caso de dúvidas ou para ter mais informações sobre um tópico em específico.

 

As 7 inovações tecnológicas que estão mudando as fazendas

O uso de novos sistemas tecnológicos, a busca de avanços na técnica de produção, as constantes práticas da modernização na execução, inerentes da área agropecuária, auxiliam no processo das atividades no campo.

Com o objetivo de retornar em inúmeros benefícios, o uso da tecnologia viabiliza a redução de custos, a exemplo de fertilizantes e pesticidas, promove maior produtividade, aumento da produção, se comparada ao processo manual, e garante a prevenção de riscos da área, como o monitoramento de possíveis incêndios na área de extensão, conjunto que resulta na facilidade da gestão, agregando praticidade em todo o processo.

Os métodos tecnológicos no campo variam de acordo com a necessidade do produtor. Seus principais aspectos estão na diminuição do impacto ambiental e no aumento da segurança dos funcionários por meio de métodos confiáveis que reduzem a possibilidade de falhas e erros.

Plantações high tech

A observação da capacidade de produção de alimentos no mundo com a desproporção do crescimento populacional resultou em criações de “fazendas indoor” – locais fechados que utilizam técnicas que são capazes de produzir 100 vezes mais do que em áreas rurais comuns.

Os aspectos da temperatura e iluminação adequada possibilitam o crescimento mais rápido de desenvolvimento do que em locais de produção natural.

Se comparada ao modo convencional, a produção nessas fazendas por meio de lâmpadas de LED especiais garante economia de energia e desperdício. Outra característica importante dessa tecnologia é que esse procedimento não utiliza agrotóxicos.

Esse sistema tecnológico surgiu com o uso de sequências sensoriais e sistemas de estudo automatizados que resultam na garantia do aproveitamento de recursos utilizados. A utilização de plantações high tech é uma ótima solução aliada à quantidade e qualidade.

Drones são usados como técnica de levantamento da produção fazendeira e garantem ótimos resultados na parceria com os produtores

A inserção do equipamento manuseado a distância surgiu da necessidade de um maior controle nas áreas da produção rural. Além da capacidade de detectar pragas na plantação, o drone permite o monitoramento em tempo real de todo o processo.

O uso do drone proporciona melhor execução na medição e contagem do cultivo, através de sensores infravermelhos que analisam a saúde da plantação e acompanham a necessidade de elementos essenciais no processo, águas e insumos.

Vaca móvel

Esse projeto tecnológico tem por finalidade promover a melhoria das propriedades do leite e as condições higiênicas ligadas ao processo de produção. O Vaca móvel, presente em diversos Estados, insere técnicas eficientes de controle e monitoramento do leite.

O desempenho da unidade móvel é feito por meio de análises que evidenciam padrões adequados de qualidade nutricional e sanitária. Logo após os resultados e os ajustes necessários, as recomendações são feitas aos produtores da área.

Uso de etiquetas eletrônicas na marcação de bovinos

Etiquetas de marcação bovina: Medida tecnológica adotada para definir a origem, o estado e a segurança do gado.

Com o intuito de auxiliar produtores rurais, a técnica de identificação e acompanhamento bovino é capaz de fornecer diferentes informações registradas da vida do animal.

Esse método de controle tecnológico oferece segurança alimentar aos consumidores, pois, por meio dele, é possível saber a origem do gado e os processos que foram utilizados durante sua criação. A etiqueta eletrônica também tem importante funcionalidade na segurança sanitária – recorrendo a ela,  é possível identificar desconformidades, como, por exemplo, enfermidades.

A qualidade na identificação do gado é aliada a referências corretas de todo o processo até sua formação adulta. O sistema de registro é realizado pelo RFID, técnica que associa o uso de chip e antena para a transmissão das informações a um computador.

Aplicativo de controle de pragas e doenças

O controle do campo é feito com a atuação de profissionais especializados que enviam informações pelo aplicativo, preenchem as características da área analisada e, consequentemente, geram um relatório técnico de avaliação.

Adotado por produtores de soja, algodão e café, o método é considerado um avanço eficaz para a identificação, controle e combate de pragas e infestações, pois mostra o nível e os locais exatos das atuações, além de estabelecer as medidas necessárias na operação de combate.

Coleira de detecção do comportamento de animais bovinos

Capaz de monitorar o comportamento do gado, a coleira de detecção de comportamentos é colocada ao redor do pescoço do animal e por meio dela são coletados e registrados os dados de movimentação. Quando passam pelas antenas instaladas na área de domínio do produtor, os dados registrados nas coleiras são enviados para o computador e então analisados.

O estudo dos dados coletados resulta em diferentes situações em que o animal pode se encontrar. Esse processo de acompanhamento possibilita a prevenção na saúde de apenas um deles, como também do rebanho inteiro.

Essa aplicação tecnológica é voltada para produtores leitores, porém, com ênfase na prevenção do descarte maior de rebanhos. Pesquisas estão sendo destinadas na atuação de diversas áreas.

Monitoramento de incêndios

O investimento em controle de incêndios torna a área produtora segura de riscos.

Diferentes formas podem resultar em incêndios na área rural, sendo agravado em épocas de seca e escassez da chuva. Tem-se que seus principais motivos estão relacionados às ações humanas, como a simples prática de jogar pontas de cigarro perto de plantações, soltar balões e queimar o lixo inadequadamente. Esses comportamentos resultam em grandes estragos e perdas irreparáveis.

O incêndio causa prejuízo no solo, impossibilitando o retorno do plantio por inundação e erosão, ocasiona a morte ou enfraquecimento de vegetações, além de provocar a morte de animais.

Desenvolvida para amenizar os prejuízos causados por queimadas, a tecnologia de monitoramento de incêndios fiscaliza as áreas produtoras e detecta com precisão e agilidade os primeiros sinais de fumaça na região atingida, garantindo um controle melhor no combate de incêndios em grande escala.

 

Este artigo foi útil? Deixe seu comentário e continue acompanhando nossas publicações.

Minimização de risco no agronegócio rentável

Um dos setores mais importantes para a economia nacional está no campo do agronegócio rentável. No entanto, esta é uma das áreas com maior exposição a riscos, que começa no plantio e vai até a comercialização. No geral, as empresas têm se preocupado cada vez mais com tais ameaças.

Pode-se definir o risco como uma incerteza que afeta o bem-estar dos indivíduos. E na área de gestão de risco no agronegócio, os elementos de oferta e demanda vêm alcançando uma dimensão cada vez mais internacional e ágil.

No universo agropecuário, o produtor espera sempre obter uma safra recorde ou a engorda nos animais no período necessário. Contudo, há ocorrências que podem mudar a previsão de sucesso, que acaba não acontecendo por conta dos riscos agropecuários.

O risco no agronegócio rentável está associado a resultantes negativas e imprevisíveis, como variáveis biológicas (infestação de insetos, doença da vaca louca), de mercado (variação cambial, mercado saturado, flutuação nos preços de insumos) e reguladoras (mudanças na legislação).

O mercado brasileiro está entre os primeiros na produção de carne de aves, milho e carne suína, além de ser um dos maiores exportadores de carne vermelha, soja, açúcar, laranja e café do mundo. Dessa forma, no âmbito nacional, a importância da agropecuária se torna ainda maior, alocando cerca de 33% dos empregos brasileiros e 43% de toda a exportação.

Por conta disso, é necessário que profissionais da área identifiquem ameaças ao posicionamento estratégico empresarial, para que desafios futuros sejam mensurados e combatidos.

Mecanismo para a redução do risco de desastres na agricultura

Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), cerca de 25% dos danos causados por desastres naturais no mundo incidem sobre o setor agrícola.

Esses desastres consistem em acidentes ambientais, incêndios, raios, explosões e mudanças climáticas, que podem custar caro para o empreendedor agrário.

A fim de minimizar os riscos no agronegócio rentável, a Organização das Nações Unidas (ONU) anunciou o lançamento de um mecanismo especial que busca ajudar os países a melhorar seus setores de produção alimentar, além de diminuir a exposição aos riscos, reduzir impactos e aperfeiçoar a preparação para lidar com as catástrofes.

Estima-se que de 2 a 4 dólares sejam poupados a cada dólar investido na redução dos riscos de desastres agrários. A Ásia, por exemplo, em um período de 10 anos, teve uma perda estimada em 28 bilhões de dólares, uma média de quase 3 bilhões por ano.

Isso deixa claro que investimentos feitos na área de minimização de riscos tornam o setor agrícola de qualquer país mais rentável.

Agronegócio rentável no Brasil

Maquinário operando em plantações de soja no Centro-Oeste brasileiro.

O agronegócio rentável tem um relevante papel para a sociedade brasileira, já que mesmo com a queda dos preços internacionais em dólares das commodities agrícolas, o desenvolvimento do setor é marcante e as safras continuam a crescer.

Os produtores e as indústrias agrárias têm se mostrado atentos à necessidade de administrar com cautela e competência seus riscos.

Contudo, no país, a perda anual média do setor relacionada a riscos ambientais é de R$ 11 bilhões, de acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Além disso, segundo estimativas do mercado, apenas 15% da área plantada brasileira é segurada.

Pequenos agricultores, pecuaristas, pescadores e comunidades que dependem das florestas são particularmente vulneráveis às catástrofes que destroem ou afetam colheitas, mantimentos, sementes, gado, equipamentos, plantações e alimentos armazenados. Portanto, é imprescindível que empresários do setor contratem seguros para suas áreas plantadas.

Capital humano e gestão de benefícios

A gestão de benefícios recentemente apresentou um dos seus maiores desafios, principalmente no diz respeito à assistência médica, pois esta representa o segundo maior gasto para as empresas depois da folha de pagamento.

Por conta disso, a procura da eficiência e da competitividade está na mira dos empreendedores. Então, os processos de gestão corporativa devem levar em consideração a análise e a gestão de riscos ao desenvolver investimentos no setor agrícola, já que este passa por significativos desafios.

Gestão de riscos climáticos

A gestão de riscos climáticos é fundamental para a competitividade do agronegócio rentável. Entre os países produtores e exportadores agrícolas do mundo, o Brasil é um dos maiores.

No entanto, essa condição de competitividade pode ser ameaçada se os países – incluindo o Brasil – não derem atenção à questão climática. Com isso, é necessário que ocorra uma diminuição nas emissões de gases de efeito estufa.

O agronegócio rentável está entre os setores que mais precisam contribuir para que a meta de redução de gases de efeito estufa seja alcançada. No caso do Brasil, isso consiste no combate ao desmatamento ilegal da Amazônia e maiores incentivos a programas de reflorestamento.

Por conta disso, as fontes de financiamento internacionais têm considerado a questão do aquecimento global.

Assim, a diminuição de CO2 (gás carbônico) é fundamental para que os países não fiquem expostos a riscos monetários.

Agronegócio rentável e economia mundial

O setor agrícola é responsável por mais de um quarto do PIB nacional em países como Burkina Faso, Burundi, República Centro-Africana, Chade, Etiópia, Quênia, Mali, Moçambique, Níger, entre outros. Por ser dependente da agricultura, a população deve atentar aos riscos do setor, já que este impacta diretamente a economia geral.

Também ocorrem perdas indiretas e significativas nos subsetores que dependem da agricultura e as consequências nos fluxos comerciais são alarmantes.

Você já conhecia todos os métodos de minimização de risco para um agronegócio rentável? Tem alguma dúvida ou gostaria de saber mais sobre o assunto? Deixe seu comentário abaixo e continue acompanhando nossas publicações para mais informações.

Tecnologia para aumentar a produtividade no campo

Aumentar a produtividade no campo tem sido um requisito cada vez mais importante no contexto em que vivemos. Estamos na era do algoritmo, da robótica, da realidade aumentada e virtual. A tecnologia mudou a nossa percepção de estilo de vida, da maneira como o mercado produz, exporta e importa seus produtos.

Você precisa pensar em como produzir com máxima eficiência, otimizando os processos e eliminando o desperdício. A digitalização no campo e o uso de tecnologias de processamento de grandes volumes de dados, o chamado Big Data, são umas das ferramentas tecnológicas a serem usadas para otimizar processos, diminuir o seu tempo e aumentar a produção.

Neste post, vamos falar de algumas inovações e tendências para o campo. Esses recursos já estão sendo utilizados na agricultura, então vale muito a pena ler este texto e depois fazer um planejamento de como você pode aplicá-las na sua propriedade.

Mencionamos há pouco o Big Data, que serve para utilização de um volume grande de dados a fim de melhorar as tomadas de decisões. Os dados são calculados por algoritmos e dão a oportunidade de saber como realmente anda a produção do seu setor. Esse tipo de pesquisa é de extrema importância. A partir desses números, planos estratégicos podem ser feitos para melhorar a lucratividade e o dia a dia no campo.

A robótica é outra ferramenta que pode ser utilizada, por exemplo, nos alimentadores de animais. O alimento fica disponível nas horas necessárias de maneira constante e com qualidade. Esse acompanhamento é feito por software que passa a quantidade que deve ser dada para cada animal. Assim, a dieta torna-se mais rica em nutrientes, e isso os mantém mais saudáveis.

Já o uso de drones entra em cena para a pulverização de aditivos e monitoramento no campo. Eles permitem um controle mais rápido dos limites da fazenda e a localização de pragas que atrapalham as plantações. Além disso, conseguem dados, ajudando a saber qual a quantidade de fertilizantes e agrotóxicos necessários, ou auxiliam na fiscalização de vacas criadas fora do confinamento, ou seja, criadas em campo aberto.

A criação animal também deve inovar. Em algumas fazendas é possível trocar as etiquetas normais por etiquetas eletrônicas de marcação de bovinos. Utilizando esse recurso, você tem acesso a dados sobre vacinas, aplicações de antibióticos e hormônios, e também uma análise genética do animal.

A coleira de medição de calor informa aos fazendeiros o momento de fazer a inseminação artificial, pois leva em conta a temperatura dos animais, a qual muda quando as fêmeas estão no período fértil.

Outra inovação mais ligada ao plantio é o uso de equipamentos com sensores de GPS. As plantações como conhecemos são feitas por funcionários em tratores que preparam a terra para receber as sementes. No entanto, podem ocorrer imprevistos dos mais diversos. Para evitar essas situações, o GPS ajuda na manutenção das linhas retas, no combustível e fertilizantes.

Futuramente, esses tratores se tornarão autoguiados, ou seja, não haverá necessidade de um humano para conduzi-los. Com certeza, o aumento da produtividade no campo será muito mais garantido, pois tempo do fazendeiro será poupado e as colheitas ficarão mais uniformes.

As inovações tecnológicas vieram para ficar e aplicá-las no campo traz muitos benefícios.

Um problema frequente em plantações e florestas são os incêndios que podem ocorrer. Com isso, tecnologias vem sendo desenvolvidas para evitar essa problemática. A Sintecsys, por exemplo, desenvolveu um sistema de detecção automática, rápida e eficaz, através de um algoritmo associado à um dispositivo de captação de imagem, que identifica a fumaça a 15Km de distância.

Perceba que a tecnologia avançada veio para resolver os problemas com eficiência e causar menos danos possíveis. Cada uma delas gera um aproveitamento melhor dos recursos para a produção nas fazendas, como o gerenciamento de dados para estratégias, sem falar que esses dados podem ser passados para os produtores de cada fazenda em segundos, por meio de smartphone ou tablets.

O uso dessas tecnologias promove a maximização e a otimização de processos que duravam um longo tempo e demandam alta de funcionários. Vale muito a pena fazer esses investimentos e vê-los transformados em lucratividade. São investimentos importantes e decisivos para o Brasil no setor agrícola, pois aumentam a concorrência externa.

Segundo dados do setor de Tecnologia da Informação (TI), o nível de informatização das empresas de agronegócio é baixo, está entre 1 e 3% da receita líquida das organizações. Portanto, a atuação do Brasil no mercado agrícola ainda precisa melhorar muito para se torna realmente favorável para a economia.

Aumentar a produtividade no campo é sinônimo de reduzir custos. A tecnologia GIS (Geographic Information Systems ou Sistemas de Informações Geográficas), utilizada para a agricultura de precisão, pode diminuir custos em até 30%. O transporte da produção agrícola é roteirizado por meio desse sistema que calcula custos em função das distâncias reais percorridas e do tipo de estradas, sugerindo as melhores alternativas de rota.

Assim, o número de pessoas é dimensionado de forma realista, e não há custos adicionais. Todas as inovações descritas aqui melhoram a competitividade do nosso país tanto local como internacionalmente. Essas medidas devem ser colocadas em prática por pessoas especializadas.

Tais mudanças exigem planejamento específico para cada fazenda, considerando os tipos de produtos colhidos, a medida do terreno, a sua localização, qual processo precisa urgentemente ser otimizado etc. E não esqueça que isso tudo também é feito por análise de dados. O gerenciamento dessas transformações precisa ser calculado considerando os dados. Você vai perceber que eles dizem muito sobre a sua produção e principalmente onde não está dando certo.

No que diz respeito à sustentabilidade, a produtividade no campo em alto padrão seria alcançada pela racionalização daquilo que era intuitivo, em relação ao uso de defensivos agrícolas, fertilizantes, entre outros insumos, agora de forma mais sustentável para o meio ambiente.

Na sua fazenda você utiliza algumas dessas tecnologias? Notou alguma diferença? Conte para a gente. Não esqueça de continuar nos acompanhando aqui e nas redes sociais.

Queimadas pelo mundo: Incêndio no Chile

Em janeiro deste ano, o Chile enfrentou durante semanas recorrentes, incêndios florestais no Centro e no Sul do país. Foi considerado um dos mais devastadores incêndios no Chile dos últimos 20 anos. As queimadas atingiram 273 mil hectares e cerca de 5 mil pessoas tiveram que deixar suas casas.

As principais zonas afetadas eram rurais, como Santa Olga, O’Higgins (as duas no Centro) e Maule (Sul). Mais de 1,6 mil casas foram queimadas, totalizando um prejuízo de 330 milhões de dólares. Esse desastre florestal mobilizou mais 4 mil efetivos militares, bombeiros e brigadistas, 37 aeronaves, caminhões-pipa e maquinaria pesada para combater o fogo.

O incêndio no Chile matou 11 pessoas, entre elas o bombeiro Juan Eduardo Bizama, depois que uma árvore caiu em cima do carro que ele dirigia, além de um voluntário, 2 policiais e 3 brigadistas. Foi decretado estado de emergência no dia 26 de janeiro, com fim em 4 de fevereiro. Segundo o Ministro da Fazenda, Rodrigo Valdés, o governo chileno calculou em torno de 1 ano para recuperar as casas queimadas. Fonte: G1.

Incêndio no Chile

As autoridades governamentais do Chile divulgaram que a causa dos incêndios foi antrópica, muitos deles foram intencionais. No final de janeiro já havia 42 pessoas detidas.

Devido ao período de estiagem, com ondas sucessivas de calor, alta velocidade do vento, baixa umidade e a difícil geografia das regiões afetadas, o fogo se alastrou.

Em comparação com os anos de 2015 e 2016, o número de incêndios aumentou 14% no período de 2016 e 2017. A superfície afetada teve um acréscimo de 1.182%. Mas esse aumento não se deve somente ao período de estiagem, as mudanças climáticas também têm causado muito impacto nas regiões florestais, prolongando o tempo de seca, a falta de chuva e a existência de plantas mais secas, o que possibilita mais focos de incêndio.

Como dito anteriormente, a ação humana sobre o meio ambiente, com práticas de desmatamento, limpeza de terrenos para pastagens e as disputas de territórios, causam grandes incêndios. Além disso, outros fatores aparentemente inofensivos, como jogar pontas de cigarros, soltar balões de festa junina, rojões, acender fogueira e descartar vidro em áreas secas, também são cruciais. No caso do vidro, ele aumenta a incidência de luz sobre a superfície seca, desencadeando o processo de queima que dá origem ao incêndio.

O incêndio no Chile, assim como em outros locais, demonstra como é importante uma maior fiscalização do governo nas áreas florestais, principalmente no período de estiagem e geada. É preciso conscientizar a população sobre as causas e as maneiras de evita-lo. E não esqueçamos das mudanças climáticas, outro fator que atinge não só as zonas rurais, mas também as cidades.

Algumas dicas para prevenir incêndios são: retirar qualquer tipo de combustível que alimenta o fogo da área onde haja potencialidade de incêndio; ter um fornecimento de água próximo à vegetação; investir em espumas ou agentes umectantes e construir barreiras naturais.

Lembre-se, em caso de incêndio a prioridade é a sua vida e de quem está com você. Faça o possível para se proteger.

Continue nos acompanhando no blog e nas mídias sociais. Faça comentários, mande suas dúvidas, e conheça também a nossa solução para evitar riscos de incêndio: https://sintecsys.com//